Entrevista de Lula a Cintia Lages repercute na mídia nacional e internacional

A entrevista exclusiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Notícias da Boa, da TV Jornal, apresentado pela jornalista Cinthia Lages, repercutiu na mídia nacional e internacional.  Com os direitos políticos recuperados, o petista é tido como pretenso candidato ao comando do Palácio do Planalto nas eleições de 2022, questionado sobre a possibilidade, não negou e inclusive, reafirmou que caso seja necessário para tirar Jair Bolsonaro do poder, concorrerá.

Outro ponto em destaque se referiu a relação com o Nordeste, reverberando a disposição em liderar um plano de reestruturação nacional e criar oportunidades para que a região reduza ainda mais as desigualdades no comparativo ao Sudeste/Sul do país.

A Agenzia Nova, da Itália, destacou a afirmação de Lula: “Serei candidato, se for necessário para vencer o Bolsonaro”; a mídia europeia pontuou as críticas tecidas por Lula na condução da pandemia, e a falta de equilíbrio, unidade e de uma ‘mensagem de paz’ ao país.

Agência italiana repercute a entrevista

Por sua vez, a Agência de Notícias ‘Prensa Latina’, colocou em destaque as declarações do ex-presidente em torno da responsabilização pelas mortes na pandemia, e sua defesa ao uso de máscara, ao isolamento social, e principalmente, às vacinas.

Prensa Latina também replicou os principais pontos da entrevista

Em âmbito nacional, o portal UOL também destacou as declarações de Lula em relação a uma possível candidatura no próximo ano, destacando ainda o posicionamento do ex-presidente por uma campanha sem ataques, e pautada em propostas. “Eu não sou de instigar o ódio. Toda vez que perdi uma eleição nunca contestei o resultado. Vamos fazer uma campanha do jeito que a gente sabe fazer: conversando com o povo e não fazendo o jogo rasteiro dos nossos adversários. Da minha parte será ‘Lulinha paz e amor’ sempre”, disse.

UOL frisou na questão política e na prospecção para 2022

O site Poder 360 citou a oposição de Lula à realização da Copa América no Brasil, colocando em evidência ainda a crítica relacionada a demora na vacinação em solo nacional, sendo exemplificada por dados da imunização contra a H1N1 durante a gestão petista.


Fonte: Grupo Meio Norte

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