Jovem se revolta após presenciar morador de rua recebendo carne crua para comer

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Em entrevista ao Portal G1, a jovem explicou que havia comprado alimentos em um supermercado, em Santos-SP, para dar ao morador de rua. No entanto, ao sair do estabelecimento para entregar o insumo, ela viu um homem jogar a carne crua ao senhor. Segundo ela, o homem estaria próximo ao caminhão da fornecedora e seria um funcionário da empresa.

“Ele [morador de rua] disse que não comia aquilo. A pessoa que jogou disse ‘não come gordurinha? Então, dá para o cachorro’”, contou a jovem ao Portal G1.

Após o ocorrido, a estudante postou a foto com o relato nas redes sociais. Ela também procurou os funcionários do supermercado, com o intuito de localizar a empresa fornecedora. De acordo com a jovem, os funcionários do supermercado afirmaram que não poderiam ajudá-la.

Alguns internautas também criticaram a ação da jovem e o supermercado alegou ter tomado as devidas providências. O proprietário afirmou que apurou os registros das câmeras de monitoramento, mas que não foi possível ver a ação, já que o caminhão de fornecimento havia parado em uma esquina. O dono do estabelecimento contestou a ação da jovem e emitiu uma nota de esclarecimento.

Confira a publicação na íntegra:

Apuramos os fatos relatados pela cliente sobre um suposto fornecedor ter entregue carne crua a um senhor em situação de rua.

O caminhão parou na esquina, cerca de 40 metros da nossa loja, e em nossas câmeras de monitoramento não é possível identificar a entrega da carne (sebo) para o senhor conforme relatado.

Questionamos o fornecedor que fez entrega nesse dia e o mesmo contatou seu motorista e entregadores, que afirmaram não oferecer ou entregar carne ao senhor que estava na rua. Embora, fomos informados que é comum algumas pessoas, ao verem os caminhões, pedirem mercadorias aos entregadores.

Seria irresponsável acusarmos sem provas uma pessoa ou difamar pela mídia social a pessoa ou empresa!

O que podemos afirmar é que não foi fornecido nenhum produto in natura ou impróprio para o consumo por parte do mercado ou em suas dependências, e seria leviano e irresponsável acusar uma empresa fornecedora sem nenhum tipo de prova.

Praticamos sim a empatia, e pedimos o mesmo em relação à empresa e aos nossos colaboradores que servem a comunidade com muito respeito e cordialidade.

Finalizamos informando que praticamos habitualmente doações à ONGs e instituições de apoio social e daremos assistência a esse senhor que se encontra em situação de rua.

Jornal de Brasília

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