Najila relatou agressão e não estupro de Neymar, diz ex-marido

O ex-marido da modelo Najila Trindade, Estivens Alves, relatou como foi a conversa entre os dois no dia seguinte ao suposto estupro cometido por Neymar.

Em entrevista para a revista IstoÉ, Alves disse que no primeiro momento não levou muito a sério a história que sua ex-mulher contava por mensagens e ligações, “na minha cabeça, não passava de uma brincadeira”.

Segundo ele, ela dizia ter sido agredida e que estava chorando muito, mas não citou ter sido estuprada (nem ele a questionou sobre o tema).

“[Najila contou] que eles tinham ficado na noite passada e que ele tinha sido um ‘escroto’ com ela, um ‘imbecil’. Ela falou que ele tinha sido muito agressivo, mas não citou nada sobre relação sexual e estupro”, disse.

Alves admite não ter perguntado se ela havia sido estuprada e que só se deu conta da veracidade e do tamanho da história quando viu o vídeo de resposta de Neymar e quando começaram a comentar sobre seu filho nas redes sociais.

Ele também revelou ter visto todo o vídeo gravado por Najila no segundo encontro com Neymar, na véspera do suposto sumiço do tablet. Ele teria se oferecido para jogar o vídeo completo na internet e não sabe o paradeiro do aparelho, que a modelo diz ter sido roubado, onde estava guardado o material.

“Só que, se fosse para armar um golpe, ela o teria filmado na noite anterior [a noite do suposto estupro]”, completa ele, rechaçando também a versão de que ela teria armado para o jogador.

Segundo ele, nas conversas entre eles, ela disse que “chorava desde ontem [data do suposto estupro]” e que “ela falou em agressão e que foi deixada sozinha repetidas vezes”.

No dia 31 de maio, ele foi acusado de agredir e estuprar a modelo Najila Trindade em um hotel em Paris. À época, Neymar estava concentrado com a seleção brasileira na Granja Comary, que recebeu agentes da Polícia Civil que buscavam mais informações sobre o jogador.

Convocado pela Justiça, ele prestou depoimento em 13 de junho em São Paulo e, dias antes, no Rio de Janeiro.

Ele está envolvido em duas investigações: na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher da capital paulista pela acusação de estupro e, na capital carioca, por ter divulgado fotos íntimas de Najila em um vídeo que o atacante postou nas redes sociais para se defender.

Najila, que teria gravado o segundo encontro entre os dois, diz que seu apartamento foi arrombado e o aparelho, roubado.

Recentemente, a Justiça concedeu mais tempo para a Polícia Civil investigar o caso.

Fonte: Folha Press

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